terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A visita do Ceifador

   Pois é, Bront morreu. Assim como na vida real, os personagens de rpg estão sucetiveis a morte. Quando se tem muito gold e conhecimento, a eles é permitido voltar a vida. No caso de Bront, a morte foi definitiva. 
    Quando se é novato no RPG é normal nos apegarmos aos nossos primeiros personagens. Eu mesmo senti muito quando meu primeiro personagem de rpg morreu em uma ação estupida do narrador. Mas, conforme vamos aprendendo a jogar passamos a tratar os personagens apenas como roupas, cascas para nosso divertimento e somente isso. Porém, mesmo tendo anos de experiencia com rpg, dessa vez foi a primeira vez desde que começamos a jogar D&D e pathfinder que eu fiz um personagem com "essência". Por essência eu caracterizo todas aquelas qualidades, defeitos e nuances de personalidade que eu tenho ou gostaria de ter. Foi um persona que eu vivi de fato. Por isso, fiquei chocado com a sua morte prematura. Bront pagou por um erro que eu, jogador, cometi. Um erro que me serviu de lição para futuras aventuras (inclusive com o sucessor um ranger chamado Vargas que eu fiz). 
  Em um impulso eu avancei contra um inimigo bem mais forte e não resisti aos ataques. Também me abriu os olhos para um erro no meru personagem: a CA muito baixa. Construi a ficha do Bront visando melhorar essa falha com o tempo, mas ignorei o fato de que a CA dele estava muito baixa, mais até do que os conjuradores arcanos do grupo. 

  Enfim, agora estou com um Ranger. Ainda vou ver como vou escrever as suas histórias, eu havia escolhido o formato de diário para o Bront. Ainda não decidi como Vargas quer contar a sua propria historia, alias nem se está interessado em fazer isso.